sexta-feira, 9 de março de 2018
sábado, 3 de março de 2018
MODOS GREGOS
Está ai mastigado é só praticar
Toque cada modo isolado. Aplicado no tonalismo em cada função harmônica
Toque conforme a baixo:
I7M IIm7 IIIm7 IV7M V7 VIm7 VIIm7b5
JONICO DORICO FRIGIO LIDIO MIXOLIDIO EOLIO LOCRIO
I V/I IV/I Im bIII/I IV/I Im bIII/I bII/I I II/I bVII/I Im bVI/I bVII/I Im bVI/I bV/I
explicação a baixo, exemplos todos os modos em C (dó):
C JONICO
I II III IV V VI VII
C D E F G A B
I IV V
C F G
IV/I V/I
F/C G/C
C DORICO
I II bIII IV V VI bVII
C D Eb F G A Bb
Bb MAIOR => Bb C D Eb F G A Bb
I IV V
Bb Eb F
bVII/I bIII/I IV/I
Bb/C Eb/C F/C
C FRIGIO
I bII bIII IV V bVI bVII
C Db Eb F G Ab Bb
Ab MAIOR => Ab Bb C Db Eb F G Ab
I IV V
Ab Db Eb
bVI/C bII/C bIII/C
Ab/C Db/C Eb/C
C LIDIO
I II III #IV V VI VII
C D E F# G A B
G MAIOR => G A B C D E F# G
I IV V
G C D
V/I I II/I
G/C C D/C
C MIXOLIDIO
I II III IV V VI bVII
C D E F G A Bb
E MAIOR => F G A Bb C D E F
I IV V
F Bb C
IV/I bVII/I I
F/C A/C C
C EOLIO
I II bIII IV V bVI bVII
C D Eb F G Ab Bb
Eb MAIOR => Eb F G Ab Bb C D Eb
I IV V
Eb Ab Bb
bIII/I bVI/I bVII/I
Eb/C Ab/C Bb/C
C LOCRIO
I bII bIII IV bV bVI bVII
C Db Eb F Gb Ab Bb
Db MAIOR => Db Eb F Gb Ab Bb C
I IV V
Db Gb Ab
bII/I bV/I bVI/I
Db/C Gb/C Ab/C
Marcelo Medeiros guitarmedeiros@yahoo.com.br
Está ai mastigado é só praticar
Toque cada modo isolado. Aplicado no tonalismo em cada função harmônica
Toque conforme a baixo:
I7M IIm7 IIIm7 IV7M V7 VIm7 VIIm7b5
JONICO DORICO FRIGIO LIDIO MIXOLIDIO EOLIO LOCRIO
I V/I IV/I Im bIII/I IV/I Im bIII/I bII/I I II/I bVII/I Im bVI/I bVII/I Im bVI/I bV/I
explicação a baixo, exemplos todos os modos em C (dó):
C JONICO
I II III IV V VI VII
C D E F G A B
I IV V
C F G
IV/I V/I
F/C G/C
C DORICO
I II bIII IV V VI bVII
C D Eb F G A Bb
Bb MAIOR => Bb C D Eb F G A Bb
I IV V
Bb Eb F
bVII/I bIII/I IV/I
Bb/C Eb/C F/C
C FRIGIO
I bII bIII IV V bVI bVII
C Db Eb F G Ab Bb
Ab MAIOR => Ab Bb C Db Eb F G Ab
I IV V
Ab Db Eb
bVI/C bII/C bIII/C
Ab/C Db/C Eb/C
C LIDIO
I II III #IV V VI VII
C D E F# G A B
G MAIOR => G A B C D E F# G
I IV V
G C D
V/I I II/I
G/C C D/C
C MIXOLIDIO
I II III IV V VI bVII
C D E F G A Bb
E MAIOR => F G A Bb C D E F
I IV V
F Bb C
IV/I bVII/I I
F/C A/C C
C EOLIO
I II bIII IV V bVI bVII
C D Eb F G Ab Bb
Eb MAIOR => Eb F G Ab Bb C D Eb
I IV V
Eb Ab Bb
bIII/I bVI/I bVII/I
Eb/C Ab/C Bb/C
C LOCRIO
I bII bIII IV bV bVI bVII
C Db Eb F Gb Ab Bb
Db MAIOR => Db Eb F Gb Ab Bb C
I IV V
Db Gb Ab
bII/I bV/I bVI/I
Db/C Gb/C Ab/C
Marcelo Medeiros guitarmedeiros@yahoo.com.br
sábado, 28 de dezembro de 2013
Chord Substituição | Lídio Dominante Scale Lídio b7
A substituição de acordes muito comum no jazz é a substituição pelo trítono .
Tritone = #IV (ou bV ) IntervaloO Trítono (intervalo de 3 tons): é um dos intervalos mais importantes dentro da música tonal ocidental .
![[Tritono.jpg]](https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh2B9yZWBTN1qS4n6ncJa0cAdz58uAAAPQzKD_YOM89COfe8Vc50wOYBhtrpaVwFcXN1ufswmGx0NOfkzfajHtCnWvsfg3hd-Bkt2_EPnZTXEJ0vr3mZ1ctS3IWT8iv0doKXhTKlg_Ipn47/w512-h167/Tritono.jpg)
O trítono é um intervalo simétrico , é exatamente no meio da escala cromática. Sendo este o caso, alterar o III para o bVII eo bVII para o III e preencha o I e V para obter um novo acorde dominante.
Esse acorde seria Db7 : Db F Ab B (mais precisamente : Db F Ab Cb )
Assim, em comparação com o acorde G7 B e F mudou lugares. Sabendo que o F é o III eo B é o bVII , é fácil de preencher o I e V
A I é Db e o V é Ab . Em relação ao G7 este é um bV e uma b9 , então isto significa que o Db7 pode substituir um acorde G7 alterada .
Que escala que você jogar no Db7 . A primeira escala dominante que vem à mente é a escala mixolídio. Problema aqui é a 4 da escala mixolídio Db : o Gb ou F# . Esta nota é a principal VII de G, enquanto nós precisamos de uma bVII para G dominante.
A solução de : aumentar a IV (F#) com um meio tom para o #IV ( G ) .
A escala mixolídio de IV (F#) chamada de escala " lídio dominante». Na verdade, é o IV grau de uma escala melódica.
Condução das vozes: é sempre interessante observar de que forma as notas vão ser dispostas dentro do acorde para criar uma melodia que ajude a justificar a substituição. Os acordes substitutos possuem notas que muitas vezes não fazem parte do campo harmônico da cadência, mas que se dispostas de maneira correta soam como cromatismo ou aproximações cromáticas. Note esse tipo de condução nos exemplos abaixo.
C7M | Dm7(9) | Db7(#11) | C7M
Marcelo Medeiros
Tritone = #IV (ou bV ) IntervaloO Trítono (intervalo de 3 tons): é um dos intervalos mais importantes dentro da música tonal ocidental .
![[Tritono.jpg]](https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh2B9yZWBTN1qS4n6ncJa0cAdz58uAAAPQzKD_YOM89COfe8Vc50wOYBhtrpaVwFcXN1ufswmGx0NOfkzfajHtCnWvsfg3hd-Bkt2_EPnZTXEJ0vr3mZ1ctS3IWT8iv0doKXhTKlg_Ipn47/w512-h167/Tritono.jpg)
O trítono é um intervalo simétrico , é exatamente no meio da escala cromática. Sendo este o caso, alterar o III para o bVII eo bVII para o III e preencha o I e V para obter um novo acorde dominante.
Esse acorde seria Db7 : Db F Ab B (mais precisamente : Db F Ab Cb )
Assim, em comparação com o acorde G7 B e F mudou lugares. Sabendo que o F é o III eo B é o bVII , é fácil de preencher o I e V
A I é Db e o V é Ab . Em relação ao G7 este é um bV e uma b9 , então isto significa que o Db7 pode substituir um acorde G7 alterada .
Que escala que você jogar no Db7 . A primeira escala dominante que vem à mente é a escala mixolídio. Problema aqui é a 4 da escala mixolídio Db : o Gb ou F# . Esta nota é a principal VII de G, enquanto nós precisamos de uma bVII para G dominante.
A solução de : aumentar a IV (F#) com um meio tom para o #IV ( G ) .
A escala mixolídio de IV (F#) chamada de escala " lídio dominante». Na verdade, é o IV grau de uma escala melódica.
Condução das vozes: é sempre interessante observar de que forma as notas vão ser dispostas dentro do acorde para criar uma melodia que ajude a justificar a substituição. Os acordes substitutos possuem notas que muitas vezes não fazem parte do campo harmônico da cadência, mas que se dispostas de maneira correta soam como cromatismo ou aproximações cromáticas. Note esse tipo de condução nos exemplos abaixo.
C7M | Dm7(9) | Db7(#11) | C7M
Marcelo Medeiros
sexta-feira, 13 de setembro de 2013
Sistema de Posição de Acorde
Sistema 5 - CAGED
Drop 2 e 3
SM (Subdominante Menor)
AEM (Acorde de Emprestimo Modal)
Notas Atrativas
-----------------------------------//------------------------------------
SISTEMA
5 - CAGED
TRIADES - Maior e menor
TÉTRADES - com 7ªMaior, com 7ªDominante
e menor com 7ª
Drop
2 e 3
Cifra
Analítica
A cifra analítica indica o grau da
escala. É usada para que possamos
entender a harmonia independente da
tonalidade.
Campo Harmonico Maior Tríades e
Tétrades
Tríades - I IIm
IIIm IV V VIm VIIº
C
Dm Em F
G Am B º
Tétrades - I7M IIm7 IIIm7 IV7M V7 VIm7
VIIm7(b5)
C7M Dm7 Em7 F7M G7 Am7
Bm7(b5)
Menor Naural - Im7 IIm7(b5)
bIII7M IVm7 Vm7
bVI7M bVII7
Cm
Dm7(b5) Eb7M Fm7
Gm7 Ab7M Bb7
-----------------------------------//------------------------------------
FUNÇÂO
SM (SUBDOMINANTE MENOR)/AEM (ACORDE DE EMPRESTIMO MODAL)
Progressoes
||
I7M | bVI7M9
IVm7(9) IIm7(b5) |
I7M ||
|| I7M
| bVI7M9 IVm7(9)
Vsus | I7M ||
|| I7M
| IVm7(9) bVII7(9)
IIm7(b5) | I7M ||
-----------------------------------//------------------------------------
Ex.: Campo Harmonico Maior e Menor Natural
Maior
========= I7M
IIm7 IIIm7 IV7M
V7 VIm7 VIIm7(b5)
||
|| ||
|| || ||
||
Im7 IIm7(b5)
bIII7M IVm7 Vm7
bVI7M bVII7 Im7
IIm7(b5)
Eolio Locrio
Jonico
Dorico Frigio Lidio
Mixo Eolio Locrio
|-------------|_______________________________________|------------|
-----------------------------------//------------------------------------
#IlikeMusic
SM (Subdominante Menor)
Galera não se esqueça
NOTAS
ATRATIVAS
I
<==== T9 ====> 3M
III <==== 4J ====>
5J
V <==== 6M ====> 8ª
V <==== 7M ====> 8ª

-----------------------------------//------------------------------------
Drop
2 e 3 - #IlikeMusic
Drop 3 Voicings
F7M
Cordas – 6 4 3 2
casa1 casa
3 casa 6 casa 10 casa 10 casa 10

Drop 2 - F7M
Cordas
– 5 4 3 2

Drop 3 Voicings - F7
Cordas – 6 4 3 2

Drop
2 - F7
Cordas
– 4 3 2 1
casa1 casa 3 casa 6 casa 10 casa 10

Drop - F7 2
Cordas
– 5 4 3 2
casa 2 casa 5 casa 8 casa 10 casa 10

Drop 3 Voicings - Fm7
Cordas – 6
4 3 2 casa1 casa 3 casa 6 casa 9

Drop
2 - Fm7
Cordas
– 4 3 2 1
casa1 casa 3 casa 6 casa 10 
casa1 casa 3 casa 6 casa 10 casa 12 casa 12
#IlikeMusic
Marcelo Medeiros

Drop
2 - Fm7
Cordas
– 5 4 3 2
casa 1 casa 5 casa 8 casa 10 casa 10
Drop 3 Voicings - F6
Cordas – 6
4 3 2 casa1 casa 3 casa 6 casa 10 casa 12
Drop
2 - F6
Cordas
– 4 3 2 1
Drop
2 - F6
Cordas
– 5 4 3 2
casa 1 casa 5 casa 8 casa 10 casa
10
#IlikeMusic
Marcelo Medeiros
sábado, 5 de junho de 2010
Funções e Cadências
Função
A Harmonia é a matéria da música, que trata da formação de acordes e a combinação entre eles, bem como estabelecer uma conexão adequada com a melodia. Uma Progressão Harmônica então, nada mais é do que uma sequência de acordes construída sobre uma determinada idéia harmônica ou para o acompanhamento de uma melodia.
Para estudar Progressões Harmônicas ou qualquer matéria referente a Análise Harmônica, faz-se o uso de Cifra Analítica; ou seja, os acordes são identificados pelo Grau da escala a que pertencem. Ex., na tonalidade de C:
A Harmonia é a matéria da música, que trata da formação de acordes e a combinação entre eles, bem como estabelecer uma conexão adequada com a melodia. Uma Progressão Harmônica então, nada mais é do que uma sequência de acordes construída sobre uma determinada idéia harmônica ou para o acompanhamento de uma melodia.
Para estudar Progressões Harmônicas ou qualquer matéria referente a Análise Harmônica, faz-se o uso de Cifra Analítica; ou seja, os acordes são identificados pelo Grau da escala a que pertencem. Ex., na tonalidade de C:
C Dm7 G7 C7M
I IIm7 V7 I7M
C = 1º Grau
Dm7 = 2º Grau
G7 = 5º Grau
Essa forma de estudar Harmonia, dá ao músico a vantagem de transpor a Progressão Harmônica para qualquer tonalidade, já que o eixo de estudo está na função do acorde e não necessariamente na tonalidade em que se encontra. Veja um exemplo da Progressão Harmônica citada acima, transposta para a tonalidade de Fá Maior:
F Gm7 C7 F7M
I IIm7 V7 I7M
I IIm7 V7 I7M
Note que os graus permaneceram os mesmos, e as funções dos acordes também foram mantidas. Esse recurso é extremamente importante para transposição de tonalidades de “emergência”. Duas horas antes do culto ou da apresentação, o solista está com problemas de garganta, e a música que foi ensaiada em uma tonalidade terá que ser tocada um tom abaixo…! Fazendo a Cifra Analítica baseada na Cifra Original, você terá mapeado o caminho para transpor a música para qualquer outro tom.
Como já abordamos sobre as funções dos acordes, vamos detalhar o que determina a função de cada acorde. Numa tonalidade são encontrados acordes das funções:
TÔNICA (resolução)
DOMINANTE (preparação)
SUBDOMINANTE (meia resolução)
O acorde principal da função TONICA é o I Grau, podendo ser substituído pelo VIm ou IIIm Grau. O acorde principal da função DOMINANTE é o V Grau, podendo ser substituído pelo VII° e IIIm Grau. O acorde principal da função SUBDOMINANTE é o IV Grau podendo ser substituído pelo IIm e VIm Grau. Veja o gráfico:
Grau Principal da Função - Sustitutos-Relativo-Anti relativo
Tônica I - - VIm - IIIm
Dominante V - VII° - IIIm -
Subdominante IV - - IIm - VIm
A função Tônica caracteriza-se pelo peso de resolução que é o maior dentre todas as outras. A Dominante é identificada por ser de preparação, ou ponte entre uma resolução e outra. A Subdominante é também de resolução, porém com um peso de conclusividade menor que a Tônica.
Veja o exemplo desta Progressão Harmônica em Cifra Analítica com as respectivas funções indicadas:
I7M IIIm7 VIm7 V7 I7M
Tônica Anti-relativa relativa Dominante Tônica
Note que essa Progressão Harmônica começa com três resoluções da mesma função, variando somente os acordes: A primeira, uma Tônica com o Acorde Principal, a segunda e a terceira porém, variam com os acordes substitutos da mesma função; Logo após abrindo uma preparação com uma Dominante para finalizar a Progressão em uma resolução de Tônica.
Se fôssemos por exemplo, passar essa cifra analítica para a tonalidade de Sol Maior, teríamos a seguinte Progressão:
G7M Bm7 Em7 D7 G7M
Cadencia
Numa progressão harmônica, utiliza-se efeitos que são resultados de combinações funcionais de acordes com sentido conclusivo ou suspensivo. A esse resultado dá-se o nome de Cadência.
Existem Cadências de menor e maior conclusividade, ou seja, de efeitos de conclusão de força maior ou menor, sendo que essa força depende da sua definição tonal. É necessário ter no mínimo uma cadência de dois acordes para definir a tonalidade de uma progressão harmônica.
Veja este exemplo:
Am G7 C
Analisando a formação dos três acordes você encontrará nada mais, nada menos que “todas” as notas da escala de Dó Maior. Os acordes têm funções diferentes, mas ao passar por esta análise, a tonalidade desta progressão harmônica será definida.
A seguir mostraremos 5 tipos diferentes de Cadência:
Cadência Perfeita é a de resolução mais forte estruturada pelas funções Dominante seguida pela Tônica, ou seja, os graus V e I. A Cadência Perfeita é essencialmente final. Geralmente, antes dessas duas funções aparece um acorde de Subdominante (IV ou II grau). Quando isso ocorre a Cadência Perfeita é chamada de “autêntica”
Ex.: V7 I IV V7 I
G7 C F G7 C
Cadência Imperfeita é quando um ou ambos os acordes da Cadência Perfeita (V e I) estão invertidos ou ainda no caso de VII - I , e o peso de resolução desta, é bem menor e mais discreto que no caso da Perfeita.
Ex.: V7 I/1ª inv. V/1ªinv. I V/1ªinv. I/1ª inv.
G7 C/E G/B C G/B C/E
G7 C/E G/B C G/B C/E
Cadência Plagal é também uma cadência conclusiva, porém de uma forma menos acentuada. Têm como integrantes os graus IV e I (Subdominante e Tônica) estando ou não, invertidos.
Ex.: IV7M I/1ªinv. IIm I IVm I
F7M C/E Dm C Fm C
Meia Cadência se caracteriza quando a resolução é na Dominante.
Ex.: IIm V VIm7 V7 VIm7 II7 V
Dm G Am7 G7 Am7 D7 G
Dm G Am7 G7 Am7 D7 G
Cadência Deceptiva ou interrompida é quando o V grau vem seguido por qualquer grau que não seja o I. Esta cadência não é conclusiva e pode ser Diatônica ou Modulante. Confira os exemplos:
– Cadência Deceptiva Diatônica
Ex.1: V7 IIIm V VIm7 V IV7M
G7 Em G Am7 G F7M
Cadência Deceptiva Modulante
Ex.2: IV V7 bVI7 I (nova tonalidade)
F G Ab7 Db
no ex.2 Cadência Deceptiva Modulante foi seguida direto do I grau da nova tonalidade, por isso chama se interrompida.
sexta-feira, 4 de junho de 2010
A diferença do Modal e Tonal
O modo jonico é exatamente igual a uma escala maior, ou seja, os intervalos entre as notas são:
T-T-ST-T-T-T-ST.
A diferença é que as notas IV e VII grau (no caso do Dó jonico, as notas Fá Si), não exercem a função de sensível, ou seja, não "resolvem" no III e no I grau.
A característica do modelismo é afalta da nota sensível, mesmo que a nota tenha apenas 1/2 tom da nota finalis (como não estamos falando do tonalismo, então a nota não recebe o nome de tônica, mas sim de finalis, pois é a nota que esta no fim da escala modal) ela não exerce a função de sensível.
Cont... #IlikeMusic
sexta-feira, 14 de setembro de 2007
CADÊNCIA HARMÔNICA
A cadência harmônica é caracterizada pela combinação funcional dos acordes, com sentido conclusivo ou suspensivo. Para se caracterizar uma cadência, necessita-se de pelo menos dois acordes de diferentes funções. É através da cadência que se define uma tonalidade, já que dois acordes de diferentes funções encerram quase todas as notas de uma tonalidade. São cinco as cadências: perfeita, imperfeita, plagal, meia-cadência e deceptiva.
1- Cadência perfeita
É a mais forte. Resulta da combinação das funções dominante "D" (V grau) e tônica "T" (I grau). Pode vir precedida do IV e II graus (função subdominante). Neste caso recebe a denominação de cadência autêntica.
Marcelo Medeiros
2- Cadência imperfeita
É o resultado da combinação das funções dominante "D" e tônica "T" (V - I) onde um ou ambos estão invertidos ou ainda no caso VII - I. Nesses casos a cadência enfraquece acentuadamente
VIIm7(b5) é o acorde com Tônica , 3ªmenor, 5ªdiminuta e 7ªmenor " T - b3 - b5 - b7 "
3- Cadência plagal
É o resultado da combinação das funções Subdominante S e Tônica T . Trata-se, também, de uma cadência conclusiva.
4- Meia cadência
É quando o descanso é feito no dominante (V grau). Sendo o dominante precedido por graus de diferentes funções.
5- Cadência deceptiva ou interrompida
É quando o dominante vem seguido por qualquer grau que não seja a tônica. Esta cadência não é conclusiva, podendo ser diatônica ou modulante.
a - Diatônica
É quando o dominante (V grau) vem seguido por qualquer grau diatônico.
b - Modulante
É quando o dominante (V) vem seguido por um acorde que leva a uma nova tonalidade, passageira ou não.
VIIm7(b5) é o acorde com Tônica , 3ªmenor, 5ªdiminuta e 7ªmenor " T - b3 - b5 - b7 "
3- Cadência plagal
É o resultado da combinação das funções Subdominante S e Tônica T . Trata-se, também, de uma cadência conclusiva.
4- Meia cadência
É quando o descanso é feito no dominante (V grau). Sendo o dominante precedido por graus de diferentes funções.
5- Cadência deceptiva ou interrompida
É quando o dominante vem seguido por qualquer grau que não seja a tônica. Esta cadência não é conclusiva, podendo ser diatônica ou modulante.
a - Diatônica
É quando o dominante (V grau) vem seguido por qualquer grau diatônico.
b - Modulante
É quando o dominante (V) vem seguido por um acorde que leva a uma nova tonalidade, passageira ou não.
Marcelo Medeiros
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